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21 de setembro de 2016

Tipos e Aspectos do Brasil

A representação geográfica do Brasil através dos desenhos de Percy Lau

Publicação: Tipos e Aspectos do Brasil (excertos da Revista Brasileira de Geografia). Ilustrações de Percy Lau, 6ª ed. Rio de Janeiro: IBGE/Conselho Nacional de Geografia, 1956.


(Clique nas imagens para ampliar)
Fonte: Arquivos do IBGE

Na capa do livro vê-se o mapa do Brasil, o contorno do todo: a unidade do país é representada sem as divisões dos estados no espaço territorial.
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Biografia de Percy Lau
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Percy Alfred Lau (Arequipa, 1903 — Rio de Janeiro, 1972) foi um ilustrador e desenhista peruano radicado no Brasil, onde passou a passou a maior parte de sua vida. Retratou como ninguém todos os tipos e aspectos do Brasil. Seus desenhos a bico de pena possuem uma técnica e precisão até hoje inigualadas, tamanho o detalhamento de sombras, quantidade de elementos no quadro e composição da cena.
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Percy Lau era desenhista, dedicando-se, quase que exclusivamente, a fazer ilustrações com bico de pena. Contratado pelo IBGE para ilustrar seus livros, viajou o Brasil de Norte a Sul, estudando paisagens e tipos humanos. Com grande competência e sensibilidade, registrou os costumes da vida do interior, fixando, em imagens impressionantes, os hábitos regionais, o folclore, o comportamento do povo brasileiro e o cotidiano de inúmeras cidades e vilarejos.
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Seu trabalho, reconhecido como arte de primeira linha, foi alvo de diversas exposições, entre elas a mostra realizada em 1986 pelo Museu Nacional de Belas-Artes, que possui em seu acervo gravuras, desenhos, capas de livros e grande parte da documentação iconográfica produzida em mais de 30 anos de atividade no Brasil.
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Fez também as ilustrações do livro Vila dos Confins, de Mário Palmério, cuja ação se passa no oeste mineiro nos anos 50. Muitas de suas ilustrações foram também utilizadas em livros didáticos de Geografia, como os do professor Aroldo de Azevedo. Ilustrou uma coleção de 10 volumes intitulada Viagem Através do Brasil.

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Algumas ilustrações de Percy Lau:

O Garimpeiro, O Canavial e o Seringueiro.
(Clique nas imagens para ampliar)
Fonte: Arquivos do IBGE


Artigos relacionados:

1 - Artigo: A construção de representações nacionais: os desenhos de Percy Lau na Revista Brasileira de Geografia e outras “visões iconográficas” do Brasil moderno

Autor (a): Heliana Angotti-Salgueiro.

Publicação: Anais do Museu Paulista. São Paulo.N. Sér. v.13. n.2. p. 21-72. jul.- dez. 2005.

Download: Link para download do artigo com diversas ilustrações de Percy Lau (4,52 MB):
http://148.215.1.166:89/redalyc/pdf/273/27313202.pdf
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2 - Artigo: Tipos e aspectos do Brasil: a paisagem cultural brasileira na iconografia de Percy Lau.

Autor (a): Ana M. Daou.

Publicação: Simpósio Nacional sobre Espaço e Cultura, UERJ, 2000 (ms).
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20 de setembro de 2016

Manual de Construção Sismo Resistentes em Bambú - Associação Colombiana de Engenharia Sísmica, 2001

Excelente manual de Construção em Bambú. Totalmenta ilustrado e adequado a condições de construções de baixo custo.

Título original: MANUAL DE CONSTRUCCIÓN SISMO RESISTENTE DE VIVIENDAS EN BAHAREQUE ENCEMENTADO. Créditos: ASOCIACIÓN COLOMBIANA DE INGENIERÍA SÍSMICA - AIS


Introdução:

Las Normas Sísmicas Colombianas desde su primera expedición en 1984 incluyeron un título de requisitos mínimos para el diseño y construcción de casas de uno y dos pisos. Las nuevas Normas de Diseño y Construcción Sismo Resistente NSR-98 incorporaron de nuevo dichas disposiciones bajo la misma denominación de Título E, el cual fue revisado y actualizado. Este manual presenta requisitos adicionales, para el Título E de las Normas NSR-98, en relación con el diseño simplificado y construcción de casas de uno y dos pisos de bahareque encementado de madera y guadua, que facilitarán a los profesionales de la construcción y a otras personas no expertas la aplicación de requisitos mínimos en casos de viviendas individuales.

Omar Darío Cardona Arboleda
Presidente
ASOCIACIÓN COLOMBIANA DE INGENIERÍA SÍSMICA

Link para download:

14 de setembro de 2016

Manual Técnico de Uso da Terra - IBGE


Com este lançamento, o IBGE traz a público o Manual técnico de uso da terra cuja nova edição, atualizada e modificada, oferece uma perspectiva sintonizada com as questões contemporâneas, e propõe uma base conceitual voltada para a observação e síntese do conjunto e das particularidades do uso da terra orientadas segundo a distribuição geográfica dos recursos, da sua apropriação social e das transformações ambientais, apresentando, ademais, os procedimentos técnicos de levantamento e mapeamento compatíveis com esse novo olhar sobre o tema.

A publicação está estruturada em quatro partes: a primeira discute o referencial teórico-metodológico da presente abordagem, tendo como foco a questão ambiental; a segunda parte contém os princípios básicos norteadores do levantamento da cobertura e do uso da terra, a nomenclatura utilizada, acompanhada das definições dos termos empregados com base na literatura pertinente e na atuação do IBGE nessa área do conhecimento, e o sistema de classificação concebido para categorizar os usos e a cobertura da terra; na terceira parte são descritos os métodos, instrumentos e técnicas adotados na análise espacial, distinguindo-se as etapas de trabalho de gabinete e as etapas de trabalho de campo, bem como os procedimentos para elaboração de cartas, mapas, legendas de mapeamento, e edições cartográficas em diferentes escalas; a última parte discorre sobre o Sistema de Informação Geográfica - SIG e o Banco de Dados a partir do Modelo Entidade-Relacionamento.

Este Manual constitui, assim, obra de referência para novos trabalhos no campo da compreensão e representação da forma contemporânea de apropriação dos espaços pela sociedade e contribui para a produção de informações necessárias ao tratamento das questões dirigidas ao desenvolvimento sustentável.

O conjunto dessas informações também está disponível no CD-ROM que acompanha a publicação.

O link é:

20 de julho de 2015

LIVRO E MAPA ETNO HISTÓRICO DE CURT NIMUENDAJU

A biblioteca virtual do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, disponibiliza para download o Mapa etno-histórico de Curt Nimuendajú, de 1944 (já postado no blog) e o livro, primeira (1981) e segunda edição (1987), contendo as explicações do Mapa. 

O material é referencia para o estudo etnográfico indígena no Brasil e América do Sul.

A versão para download é fac-similar de 2002.


http://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=214278

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28 de fevereiro de 2014

Salto Apucaraninha (116 metros), Londrina, PR

O Salto do Apucaraninha é uma cachoeira de 116 metros de altura localizada na região sul de Londrina, município no norte do Paraná.

A cachoeira fica a cerca de 80 Km do centro de Londrina, próximo à divisa com o Município de Tamarana, dentro da Terra indígena Apucaraninha (índios Kaingang).

O visitante interessado em conhecê-la, precisa obter autorização da FUNAI, e, seguir pela Rodovia Celso Garcia (PR-445) até Lerroville (distrito de Londrina) onde encontrará a estrada rural que o levará até a cachoeira, esta estrada atravessa o rio na parte superior do Salto, onde existe um mirante em que se pode apreciar tanto a beleza da cachoeira quanto da região.

Fotografias de Ceusnei Simão (Fevereiro, 2014).

Salto Apucaraninha:






Confira o local no Google Maps e veja como chegar:


Conheça, Preserve. Compartilhe.

21 de janeiro de 2014

Salto São Francisco - Maior cachoeira do Sul do Brasil - Prudentópolis - PR

O Salto São Francisco, com aproximadamente 196 metros de altura, localizado ma região da Serra da Esperança, nome regional de uma parte da Serra Geral (escarpa mesozoica ou  triássico-jurássica), é a maior queda d'água do Sul do Brasil. O salto fica nas divisas dos municípios de Guarapuava, Turvo e Prudentópolis, estando dentro de uma Área de Preservação, o Parque Natural Municipal São Francisco da Esperança.

O acesso pode ser feito a partir de Guarapuava, saindo da BR 277, segue por estrada rural pavimentada por aproximadamente 46 km, ou a partir de Prudentópolis, por estrada pavimentada (14 km) e estrada de terra (40 km).

Visualize o trajeto a partir de Prudentópolis, PR. O ponto branco indica o início da estrada de terra. Google Maps:


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Visualize o trajeto a partir de Guarapuava, PR. Google Maps:


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Visualize o circuito Prudentópolis - Salto São Francisco - Guarapuava, no Google Maps:


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Confiram as imagens do Salto São Francisco.

Fotos: Ceusnei Simão, 2014.







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12 de janeiro de 2014

Southern Brazil, 1942 - Vídeo Estadunidense sobre a região Sul do Brasil

Filmado na década de 1940, esse filme retrata um pouco das paisagens típicas do Sul do Brasil, com destaque para o pico Marumbi e a Ferrovia Paranaguá-Curitiba.



A tour of Southern Brazil in the 1940's.Footage from this subject is available for licensing from www.globalimageworks.com

Cataratas do Iguaçu - Vídeo de 1920

Vídeo de 1920, sobre as Cataratas do Iguaçu. Preto e branco e mudo! Clássico.



A visit to the famous waterfalls in Iguassu, Brazil by Burton Holmes. Igauzu Falls is one of the most visited places in all of South America. With 275 falls gushing from a 80 km high and 3km wide cliff, it is one of the most breathtaking and dramatic series of waterfalls in the world. 

The Falls are situated between the borders of Argentina, Brazil, and Paraguay. Each side of the falls has its own highlights. The Brazilian side, which is called Iguassu, has some of the best overall views, including the Cataracts of Iguassu, which are set amongst lush rainforests. For more about Burton Holmes visit www.burtonholmesarchive.com. For licensing information contact www.globalimageworks.com

30 de dezembro de 2013

"A política agrícola como vetor para a conservação ambiental" - Livro em PDF


O Instituto Socioambiental - ISA - acaba de lançar a publicação “A política agrícola como vetor para a conservação ambiental”, organizada por Flávia Camargo e Raul do Valle, do Programa de Política e Direito Socioambiental (PPDS) da instituição. O livro está disponível na internet e pode ser baixado gratuitamente (veja aqui).

O livro é destinado em especial a gestores públicos, técnicos de organizações da sociedade civil e movimentos sociais, produtores rurais, pesquisadores, professores e estudantes.

24 de setembro de 2013

Metodologias para Planejamento, Implementação e Gestão de Reservas Particulares do Patrimônio Natural - RPPN's

A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) é uma categoria de Unidade de Conservação particular criada em área privada, por ato voluntário do proprietário, em caráter perpétuo, instituída pelo poder público. Como depende da vontade do proprietário, é ele quem define o tamanho da área a ser instituída como RPPN.

O Brasil conta atualmente com centenas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN's), que juntas somam quase 480 mil hectares. O número pode até ser tímido, mas a meta do governo brasileiro é ampliar ainda mais o número dessas reservas cuja característica principal é a sensibilização do cidadão comum para a conservação de parte da biodiversidade existente em sua propriedade particular.


Foto: RPPN Salto Morato

Benefícios ao proprietário de RPPN:
- Direito de propriedade preservado;- Isenção de Imposto Territorial Rural – ITR, referente à área reconhecida como RPPN;

- Prioridade de análise dos projetos pelo Fundo Nacional de Meio Ambiente – FNMA;

- Preferência na análise de pedidos de crédito agrícola junto a instituições de crédito em propriedades que contiverem RPPN em seus perímetros;

- Maiores possibilidades de apoio dos órgãos governamentais para fiscalização e proteção da área, por ser uma Unidade de Conservação;

- Possibilidade de cooperação com entidades privadas e públicas na proteção, gestão e manejo da RPPN;

- Participação em Associações de Proprietários de Reservas Particulares (Municipais, Estaduais ou Nacionais) e na Confederação Nacional de RPPN.

Principais referencias bibliográficas e legislações sobre o tema:




Mais informações em:



Procedimentos:

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13 de setembro de 2013

Trekking no Morro dos Perdidos - Trecho Sul da Serra do Mar, Paraná

O Morro dos Perdidos esta localizado na porção Sul da Serra do Mar Paranaense, próximo ao Morro Araçatuba. O Morro dos Perdidos, com cerca de 1.440 metros de altitude sobre o nível do mar (m s.n.m.), esta situado na borda do planalto de Curitiba, mas pertence ao município de Guaratuba, Paraná.

O local é propício para a pratica de diversas modalidades de esporte, aventura e lazer, como caminhada (trekking), escalada técnica, escalada em boulder, mountain bike, orientação, off road, fotografia, banhos em rios e cachoeiras, entre outras atividades ao ar livre.

O acesso é feito pela BR-376 (pelo Paraná) e BR 101 (por Santa Catarina). A entrada para a estrada de acesso (de terra), é feito pela BR 376, sentido Santa Catarina, após a ponte sobre o rio Itararé, 500 metros antes do Posta da Polícia Rodoviária.

Entrando na estrada de terra é só seguir as placas, e em menos de 1 km chega-se na fazenda e pesque-pague, onde é o início da subida para o morro. É necessário pagar taxa de visitação. Horário de visita: sábados, domingos e feriados. A estrada até o cume é de cerca de 4 km, sendo o último km de concreto. No cume estão instaladas algumas antenas de telecomunicações. Quem preferir pode seguir o trajeto a pé da fazenda até o cume.

Confira o trajeto até a entrada para o Morro dos Perdidos, no Google Maps:

Trajeto a partir de Curitiba:


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Trajeto a partir de Santa Catarina (Joinville):


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Confiram as fotografias:

Fotografias de Ceusnei Simão e César Granato, Setembro de 2013.

O cume do Morro dos Perdidos:



O editor do blog, Ceusnei Simão, no cume do Morro dos Perdidos, com a BR 376 e o Morro Pedra Branca do Araraquara ao fundo:



Morro Araçatuba, visto da estrada do Morro dos Perdidos:



A BR 376 no vale do rio São João, ao centro, e a Serra do Araraquara, com o Morro Pedra Branca do Araraquara, ao fundo, à direita:



O Morro Araçatuba, visto do cume do Morro dos Perdidos:



As montanhas, florestas, campos e vales. Serra do Mar, porção Sul, divisa Paraná-Santa Catarina. Ao fundo a Serra do Quiriri (SC):



O Morro Pedra Branca do Araraquara, visto do cume do Morro dos Perdidos:



Os vales do lado de "trás" do Morro dos Perdidos:



Próximo à fazenda há uma bela cachoeira, com um poço na sua base, ótimo para se banhar. Saindo da estrada pega-se uma trilha de menos de 10 minutos de caminhada até a cachoeira, basta seguir as placas de orientação. 

A seguir fotos da cachoeira:







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10 de setembro de 2013

Trekking no Pico Caratuva (1.860 m s.n.m.) - Trilha para GPS

O pico Caratuva (ou Caratuba), com aproximadamente 1.860 metros de altitude (sobre o nível do mar - s.n.m.), é a segunda maior montanha do Sul do Brasil. A trilha para a montanha inicia-se na fazenda Pico Paraná, e tem uma extensão aproximada de 5.000 metros (5 km), com um desnível de cerca de 850 metros.

O pico Caratuva foi escalado pela primeira vez pelos irmãos Armstrong, alguns anos antes da expedição de conquista ao Pico Paraná (PP), que foi  liderada pelo engenheiro geólogo Dr. Reinhard Maack, em 1941, sendo que a trilha de subida do Caratuva foi usada como trajeto à escalada do PP.

Dados Geográficos:

Altitude aproximada (metros sobre o nível do mar): 1.860,00 m s.n.m.

Comprimento aproximado da trilha (metros): 5.000,00 metros

Desnível aproximado (metros): 850 metros

Municípios / UF: divisa entre os municípios de Antonina e Campina Grande do Sul, Paraná

Coordenadas:

Coordenadas Geográficas WGS84: 

25°14′ 26″ S; 48°49′ 41″ W; ou -25.240556; -48.828056.

Coordenadas UTM WGS84: 

Zona 22J, coordenadas 718.775 m; 7.206.647 m.

Imagens:

Do cume do Caratuva é possível ter uma visão magnífica de 360º da Serra do Ibitiraquire. Confiram as fotografias a seguir:

Fotografias e textos de Ceusnei Simão, setembro de 2013.

O editor do blog Ceusnei Simão no cume do Pico Caratuva, com o Pico Paraná ao fundo:



O conjunto Pico Paraná ou Ibiteruçú (da esquerda para a direita: Pico Ibitirati, Pico União, Pico Paraná e Morro dos Camelos):



O Pico Paraná (1.877,36 metros s.n.m.), visto do cume do Pico Caratuva:



Morro dos Camelos (à esquerda), vale do rio Cacatu (ao centro, com mar de nuvens), pico Ciririca (à direita) e Serra da Prata ao fundo:



Em primeiro plano, à esquerda, o Pico Guaricana, à direita o Pico Ferraria, e ao fundo a Serra do Capivari Grande, vistos do cume do pico Caratuva:



Em primeiro plano, à esquerda, o Pico Itapiroca, em segundo plano os Picos Tucum e Camapuã, ao fundo a Serra da Baitaca, com o Morro Anhangava:



À direita os Picos Taipabuçu e Ferraria, à esquerda os Picos Ferreiro e Guaricana, e ao fundo, à esquerda, a Serra do Capivari Grande. Em primeiro plano, à direita, a planta Caratuva, "Chusquea pinifolia", que forma um tapete homogêneo nas regiões altas da Serra do Mar:



Ao centro, em primeiro plano, o Pico Ferreiro, em segundo plano o pico Guaricana, e ao fundo a Serra do Capivari Grande:



O nome Caratuva (ou Caratuba)

O nome Caratuva tem origem no termo Caratuba, que em Tupi significa muito cará. A Caratuva, planta natural dos campos de altitude das regiões Sul e Sudeste do Brasil, nome científico "Chusquea pinifolia", é pertencente à família botânica Poaceae. Pela abundância da planta na região a montanha recebeu o seu nome, possivelmente por Reinhard Maack.

Como chegar:

Partindo da cidade de Curitiba pela rodovia BR-116 em direção ao estado de São Paulo, passa-se pelo posto de combustível ‘Tio Doca’, nas proximidades do quilômetro 47 da rodovia. Logo em seguida há uma ponte que passa sobre o rio Manuel José. Antes de chegar na segunda ponte, sobre o rio Tucum, mais à frente, há um acesso de estrada de terra à direita (observe placa indicativa do Pico Paraná). São aproximadamente 6 km de estrada de terra até chegar na "Fazenda Pico Paraná". 

Caminho de Curitiba até a estrada de terra (entra na estrada de terra à direita, 2 km depois do posto Tio Doca) - veja no Google Maps®:


Exibir mapa ampliado


Na "Fazenda Pico Paraná" há uma pequena infra-estrutura para atender os montanhistas que vão ao local. Deste ponto são aproximadamente três a quatro horas de caminhada até o cume.

A principal rota de ascensão parte da Fazenda Pico Paraná, por uma trilha a direita da estrada, logo que esta passa por um rio, e segue subindo o "Morro do Getúlio". A frente há a bifurcação para quem vai ao Itapiroca e ao Pico Paraná, pega-se a trilha a esquerda e logo a frente se atravessa um pequeno córrego, depois dele é muita subida atravessando primeiro a mata fechada depois os campos de caratuva até o topo.

Em seu topo está em funcionamento uma estação repetidora de radioamadorismo, a PY5CTV na frequência de 145,210MHz (off set -600KHz), de propriedade da ARPA - Associação de Radioamadores do Paraná (http://www.arpapr.org.br).

Na base da torre de instalação da antena da repetidora está fixado um tubo de PVC com tampa, em cujo conteúdo se guarda o livro de registros dos montanhistas.

Trilha para GPS e Google Earth:

1 - Trilha para GPS (formato GPX)

2 - Trilha para Google Earth® (formato KML)

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4 de setembro de 2013

Como entrenar y escalar mejor - Eric Hörst - PDF

O livro "Como entrenar y escalar mejor", de Eric Hörst, é sem dúvidas um dos melhores livros sobre o escalada técnica já publicado.

Excelente manual para melhorar a nossa capacidade como um escalador. 

Eric Hörst lança um olhar sobre todas as variáveis ​​que irão nos ajudar a aumentar nosso nível, a partir de uma alimentação saudável para o tempo de descanso necessário entre sessões, por meio da técnica e treino de força.


Um guia essencial que tem ajudado muitos alpinistas para alcançar seus objetivos mais ambiciosos.

Prólogo

"Cómo entrenar y escalar mejor" se ha estado madurando durante algún tiempo. Supongo que se podría decir que empecé mi investigación a los 17 años, cuando mi hermano mayor Kyle me llevó a hacer mi primera ascensión, un IVº. Aquella excursión fue todo lo que necesité para convertirme en un enamorado del sentido kinescético, estético y espiritual de este deporte. Aquel día comencé mi búsqueda de los secretos de los grados altos.

Poco después, conocí a algunos compañeros del Instituto, Jeff Batzer y Hugh Herr, que sentían lo mismo por la escalada. Escalaba casi diariamente con Jeff, y a veces coincidíamos en las paredes con Hugh, para lo que se convirtió en nuestra primera experiencia de "competición" en la escalada. La mayor revelación de aquella temporada fue el descubrimiento de Master of the Rock (Maestro de la roca), la biografía de John Gill, que constituyó una especie de "Biblia" para nuestra generación de escaladores. Este libro fue el que plantó la semilla de la escalada en nosotros. El resto es historia.

Master of the Rock no sólo cuenta la vida del mejor boulderer (alguien que hace boulder o bloque) de todos los tiempos, también facilita la primera información tangible acerca del entrenamiento para la escalada. Esto fue fundamental porque muchos escaladores estaban deseando mejorar, pero les faltaba la información para ello. Después de todo, la clave para destacar en cualquier campo es tener un deseo de superación por encima de la media y saber cómo.

El objetivo de este libro es ser una fuente exacta que contemple todos los aspectos del rendimiento en la escalada. La presente obra te facilitará técnicas, ideas y consejos que parten directamente de la experiencia de más de una docena de escaladores de primera fila y otros profesionales. Además, incluye material inédito y único para lograr un volumen completamente actual. Todo ello hace de "Cómo entrenar y escalar mejor" una obra insustituible.

Espero que este libro te lleve a nuevas cotas de motivación y positivismo que te hagan mejorar tu rendimiento como escalador. Por favor escríbenos y cuéntanos tus logros en las paredes y en el rocódromo; también te animo a que hagas el test de condición física que viene en el Apéndice y nos lo mandes. Si no fuera por la tremenda respuesta positiva de mis seminarios de entrenamiento, programas personales de entrenamiento, artículos publicados en las revistas Climbing, Rock & Ice y el diario de entrenamiento "Flash Communique", puede que nunca hubiera existido este libro. Así que, por lo que más
quieras, ¡mándame una nota!

¡Ah!, y no te olvides de compartir tu energía, habilidad e información con otros escaladores. Préstales tu libro por unos cuantos días, pero asegúrate de que te lo devuelven. Recuerda el viejo proverbio, "el profesor aprende mucho más que el estudiante".

Advertência

Éste es un manual técnico para practicar la escalada, un deporte intrínsecamente peligroso; las rutinas y ejercicios descritos son aconsejables sólo para escaladores con un cierto nivel (6a en adelante). Para tu seguridad, no te bastará únicamente con la información contenida en este libro. Tu seguridad física en este deporte depende de tu propio criterio basado en una información competente, tu experiencia, y un buen conocimiento de tu propia capacidad como escalador.

Link para download:

Como entrenar y escalar mejor - Eric Hörst - PDF

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Escalada Esportiva - Proposta para treinamento de força - Monografia/TCC em PDF

Segue o link para a monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com o título: "Escalada Esportiva - Proposta para treinamento de força", do educador físico Daniel Menchini (UNICAMP, 2003).

Resumo:

Através do surgimento de novas modalidades esportivas, o treinamento desportivo caminha em busca da melhoria da capacidade física e da performance com atletas mais fortes, mais velozes e mais resistentes. É inquestionável que em treinamento de atletas de alto nível de rendimento, a pouca especificidade seja uma falha na preparação física. Com escalada esportiva não é diferente. 

Campeonatos estaduais e nacionais destacam novos atletas e a busca pela melhoria da performance, da qualidade da escalada é inevitável. Muitos atletas seguem treinando dia após dia sem um planejamento de seus treinos, o que acaba não trazendo melhorias no rendimento e muitas vezes aumentando o risco de lesões. 

Nesta monografia são apontados alguns aspectos sobre o treinamento da escalada em rocha e alguns exercícios específicos e sua execução. O texto foi construído com base no livro titulado "Como entrenar y escalar mejor". 

As informações sobre os exercícios e treinamento não trazem referência bibliográfica ou resultados de pesquisas na área da escalada, porém acredita-se que este livro seja um bom modelo já que o autor é um conhecido escalador e treinador de escaladores, o americano Eric Hörst, que já trabalha com escalada há mais de vinte e cinco anos e tem diversos livros e artigos publicados em revistas especializadas. 

O treino de força é essencial para o escalador, porém não deve ser esquecida a qualidade técnica, emocional, capacidade de concentração e conhecimento dos equipamentos e técnicas de escalada.

Link para download: 
Escalada Esportiva - Proposta para treinamento de força", Daniel Menchini (UNICAMP, 2003)

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3 de setembro de 2013

Os Conquistadores do Inútil - Volume I - Lionel Terray - E-Book PDF

“Eu passei a minha vida nas montanhas, e se essa palavra tem sentido, Eu sou uma montanha. Assim começa o livro “Os conquistadores do inútil“.

Com risco da própria vida, há homens que es¬calam cumes e glaciares, travando com a montanha uma luta sem tréguas, em que o menor erro pode ser fatal. A estes homens é preciso mais do que coragem: é preciso paixão. Lionel Terray descreve essa paixão através da sua aprendizagem da montanha, das suas travessias nos Alpes e das suas vitórias nos cumes mais difíceis, e a sua amizade com Gaston Rebuffat, Louis Lachenal... guias que, como ele, eram conquistadores do inútil.

Nascido em Grenoble em 1921, Lionel Terray revela-se desde os dez anos um esquiador extremamente dotado; mais tarde fará parte dos melhores esquiadores da França. Mas era no al-pinismo que devia fazer uma carreira excepcional. Aos quatorze anos consegue já uma ascensão do Grépon, e toda a sua vida será dedicada à montanha. 

Em 1942, entra no \"grande alpinismo\" e em companhia de Rebuffat, consegue a conquista do corredor nordeste do colo do Caimão. 

Em 1944-1945, combate corajosamente na frente dos Alpes. Ao regressar à vida civil, torna-se guia profissional; continuando a série das suas grandes ascensões como \"amador\", vencerá a escalada da maior par¬te das grandes paredes dos Alpes ocidentais, nomeadamente com Louis Lachenal, a quarta ascensão do pico norte da ponta Walker e a segunda da vertente norte do Eiger. 

Em 1950, é seleccionado para a expedição francesa ao Annapurna onde tem um papel capital e salva da morte os companheiros Herzog e Lachenal. A partir daí, lança-se ao assalto dos grandes cumes do Mundo. Participa em quatro expedições nos Andes onde consegue vencer dois dos picos tecni¬camente mais difíceis jamais escalados: o Fitz-Roy e o Chacraraju. Volta três vezes ao Himalaia, vence o Chomo-Lonzo (7800m) e sobretudo o Makalu (8490m). 

Em 1962, conduz à vitória a expedição francesa ao Jannu, um dos cumes mais difíceis do Himalaia. Dirige depois expedições ao Peru e ao Alasca. 

Lionel Terray morreu durante uma escalada no Vercors, a 19 de Setembro de 1965.

Titulo: Os conquistadores do Inútil 1
Autor: Lionel Terray
Gênero: Alpinismo
Editora: Verbo



Visualize o livro completo em PDF: 
Os Conquistadores do Inútil - Volume I - Lionel Terray

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